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Norte e Nordeste puxam desemprego recorde no 1º tri; 6 milhões desistiram de procurar trabalho

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Foto: Reprodução

O desemprego aumentou no Brasil no primeiro trimestre de 2021, tanto na comparação com o último trimestre de 2020 como na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo os mais recentes dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Entre janeiro e março deste ano, a taxa de desocupação no Brasil alcançou 14,7%, atingindo 14 milhões e 800 mil pessoas - 880 mil desempregados a mais, na comparação com o período que engloba os meses de outubro, novembro e dezembro de 2020 e 1 milhão, 956 mil pessoas a mais, na fila por uma vaga de trabalho, quando a comparação é com os primeiros três meses do ano passado.

É a maior taxa e o maior contingente de desocupados já registrados pela série histórica do IBGE, iniciada em 2012

O desemprego aumentou em 8 das 27 unidades da Federação no 1º trimestre, na comparação com o trimestre encerrado em dezembro.

E foi recorde 12 estados.

Além de Bahia e Pernambuco, também registraram recorde histórico da taxa de desemprego os estados de Rondônia, Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, Alagoas, Sergipe, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Goiás.

Em São Paulo, o estado mais populoso do Brasil, o índice de desemprego ficou em 14,6%, ligeiramente abaixo da média nacional.

Vale destacar também, da pesquisa do IBGE sobre o desemprego no primeiro trimestre de 2021, a quantidade de desalentados, que não são computados no número de desempregados.

A quantidade de brasileiros que desistiu de procurar uma oportunidade no mercado de trabalho também atingiu patamar recorde, reunindo 6 milhões de pessoas, total eu é 25,1% maior que o registrado no mesmo período de 2020.

Agência Radio 2

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