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Estudos indicam que a proteção da vacina dura mais tempo em que já teve Covid-19

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Foto: Reprodução

Pessoas que foram infectadas pela Covid-19 e depois receberam as doses da vacina, podem ficar protegidas por anos.

Já quem não teve a doença e foi imunizado, deve precisar de um reforço futuramente.

As conclusões são de dois estudos sobre a imunidade contra o coronavírus, publicados na revista científica Nature.

Eles indicam que ao encontrar o vírus pela primeira vez, as chamadas células da memória, capazes de reconhecer o agente infeccioso, passam a desenvolver anticorpos.

Assim que a doença é resolvida, elas se alojam na medula óssea e continuam a bombear doses desses anticorpos, mas a proteção começa a cair quatro meses depois.

Com a imunização, os níveis de defesa do organismo contra a Covid-19 aumentam até 50 vezes, o que reduz significativamente o risco de uma nova infecção.

Os pesquisadores esclarecem que a memória imunológica produzida pela vacina é diferente da que ocorre durante uma infecção no organismo.

Por causa disso, quem recebe a vacina sem nunca ter tido contato com o vírus, pode precisar de novas atualizações.

Os estudos foram divulgados pelo jornal norte-americano The New York Times.

Agência Radio 2

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