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Copom se reúne esta semana para nova definição da Selic; mercado aposta em alta

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Foto: Reprodução Agência Brasil

O Comitê de Política Monetária do Banco Central se reúne nesta semana para novas definições sobre a Selic.

Como acontece a cada 45 dias, o Copom vai se encontrar na terça e na quarta-feira para avaliar como a taxa, que é considerada os juros básicos da economia brasileira, deve se comportar no próximo ciclo.

E o mercado financeiro acredita que ela vai subir.

A principal aposta é de alta de 0,75 ponto percentual, assim como aconteceu na última reunião, fixando a Selic pelos próximos 45 dias, em 4,75% ao ano. A taxa está hoje em 3,5%.

Vale lembrar que a taxa Selic, além de ser considerada os juros básicos da economia brasileira e balizar taxas praticadas pelo mercado, é também o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA.

Para 2021, o Conselho Monetário Nacional estabeleceu meta de inflação de 3,75%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

O IPCA, portanto, não pode superar 5,25% neste ano nem ficar abaixo de 2,25%.

Segundo dados do IBGE, em maio a inflação no Brasil ficou em 0,83%

Com o resultado do mês, a inflação acumula alta de 8,06% em 12 meses, valor que ultrapassa o teto da meta de inflação estabelecida para este ano.

Lembrando que a Selic em patamares mais baixos deixa o crédito mais barato, incentiva o consumo e aquece a economia – o controle da inflação, no entanto, fica mais frágil.

Por outro lado, em patamares mais altos, a Selic encarece o crédito, acaba desestimulando o consumo e força queda nos preços.

Agência Radio 2

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