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Com o avanço da pandemia, cresce o número de jovens que pensam em abandonar os estudos

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Foto: Reprodução

Quantidade de jovens que precisa complementar a renda aumenta de 23 para 38%, em menos de um ano.

 

A proporção dos que conseguem trabalhar e estudar ao mesmo tempo caiu de 32 para 25%.

 

Entre os estudantes matriculados na escola ou na universidade, o número dos que pensam em largar os estudos, subiu de 28 para 43%.

 

Além dos problemas financeiros, apontados por 21% dos que deixaram de estudar, 14% tiveram dificuldades com o ensino remoto.

 

Do total que abandonou os estudos, 47% afirmam que voltariam se toda a população fosse vacinada.

 

E 36 por cento querem garantia de renda básica ou auxílio emergencial, para que possam voltar a frequentar as aulas.

 

Já o volume de jovens que estão sem trabalho, e também não estudam, subiu de 10 para 16%.

 

Os dados são da segunda edição da pesquisa Juventudes e a Pandemia do Coronavírus, que ouviu 68 mil brasileiros, com idades entre 15 e 29 anos, entre 22 de março e 12 de abril de 2021.

 

O primeiro levantamento foi feito em junho de 2020 e o objetivo é medir o impacto da pandemia na educação, renda e saúde mental dos jovens.

 

Nesta última pesquisa, seis em cada dez entrevistados disseram ter sentido aumento da ansiedade e ter feito uso exagerado de redes sociais.

 

Cinco em cada dez sentiram exaustão e quatro em cada dez tiveram insônia ou distúrbios de peso. 

 

Os pensamentos suicidas ou de automutilação foram relatados por um em cada dez participantes do estudo.

 

Metade dos jovens ouvidos considera prioridade a rede pública oferecer atendimento psicológico, enquanto 37% defendem que esse atendimento deveria acontecer nas escolas.

 

A pesquisa aponta ainda que 82% dos entrevistados querem tomar a vacina para se proteger do coronavírus. 

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