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Alta do dólar faz consumidor migrar do cigarro ilegal para o legalizado

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Foto: Reprodução Agência Brasil

Quase a metade dos cigarros comercializados no País em 2020 era ilegal.

O índice é de 49%, de acordo com pesquisa do Ibope Inteligência e do IPEC, Inteligência em Pesquisa e Consultoria.

Desse total, 38% foram contrabandeados principalmente do Paraguai e, 11%, produzidos no Brasil sem o pagamento de impostos.

De acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial, a quantidade de cigarros ilegais que circularam no País, no último ano, chegou perto de 54 bilhões.

Mas com a alta do dólar e o fechamento parcial das fronteiras, o preço do produto contrabandeado subiu e se aproximou do nacional.

E pela primeira vez, nos últimos dez anos, foi verificada a migração do consumidor para o cigarro legalizado.

Produzido sob as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, o cigarro nacional teve 51% de participação no mercado em 2020.

O aumento foi de 8 pontos percentuais sobre o ano anterior, quando a participação alcançou 43%.

Já o mercado ilegal de cigarros, que em 2019 detinha 57 por cento, caiu oito pontos percentuais em 2020.

Em consequência dessa mudança, a arrecadação tributária sobre o tabaco no Brasil, teve um incremento de R$ 1.7 bilhões de reais e chegou a R$ 13.5 bilhões, arrecadados no ano passado.

Já a sonegação causada pela ilegalidade foi de R$ 10.4 bilhões, um valor ainda considerado alto.

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